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Colômbia X Equador: Entenda a crise na América do Sul

05/03/2008 12h49 - Atualizado em 06/03/2008 08h24 - Por Camila Mitye
No último sábado, 01 de março, uma ação militar das Forças Armadas da Colômbia, por ordem do presidente colombiano Álvaro Uribe, lutou contra membros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) na fronteira entre a Colômbia e o Equador. O confronto na selva equatoriana terminou com a morte de membros das Farc, incluindo o nº 02 da organização criminosa, Raúl Reyes.

Uribe justificou o ataque como sendo “preventivo” já que, como os EUA e a União Européia, considera as Farc como uma facção “terrorista”. Quem não gostou muito da invasão militar em seu território foi o presidente do Equador, Rafael Correa, que chegou a romper relações diplomáticas com a Colômbia. Correa acusa Uribe de desrespeitar a legislação internacional, no que diz respeito à soberania internacional e ao direito de defesa.

O governo colombiano, por sua vez, tem se referido às resoluções 1368 e 1373 do Conselho de Segurança da ONU, as mesmas que ampararam os ataques norte-americanos no Afeganistão em 2001. Tudo, com base na “prevenção”.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em apoio ao equatoriano Correa, fechou a fronteira com a Colômbia por alguns momentos nos últimos dois dias, causando uma paralisação no fluxo econômico dos dois países. Chávez e Correa pediram ao Conselho Permanente da OEA – Organização dos Estados Americanos a condenação da Colômbia pela invasão territorial no Equador.

Uma polêmica gira em torno das relações de Venezuela e Equador com as Farc. Colômbia e EUA acusam Venezuela (principalmente Hugo Chávez) e Colômbia de favorecer a facção criminosa. Em defesa à essas acusações, o governo equatoriano declarou que as relações com as Farc aconteceram somente em prol da libertação de reféns. Correa e governistas franceses afirmaram que os dois países (França e Equador) estavam em negociação com Raúl Reyes pela libertação de 11 reféns, incluindo a ex-candidata à presidência da Colômbia Ingrid Betancourt.

Reuniões, encontros de líderes e debates estão acontecendo em toda a América que espera pela conclusão pacífica da crise.

E você, o que acha?
- Hugo Chávez está incitando o presidente equatoriano para uma briga desnecessária com a Colômbia?
- Até onde vai a luta contra o terrorismo? O genocídio e o terrorismo de Estado justificam essa luta?
- O presidente da Colômbia está certo em defender as terras de seu país, mesmo que o ataque tenha sido contra as Farc?
- A ação da Colômbia atrapalhou as negociações de libertação de reféns?

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  • terça-feira | 16/03/2010 | anyomaru

    Amigos, creio que Vcs trocaram os nomews dos países em pelo menos dois treitos, razão pela qual o artigo está confuso. Obrigado!

  • sexta-feira | 21/11/2008 | lxl

    Eu sinceremante acho, que antes de escrever aqui seu comentário cada um tinha que ir no "microsoft office word" e ver os erros de poturguês ;D bem, achei boa a matéria, só sinto muito em dizer que fatou algumas coisas para que a matéria fosse mais entendida; é isso.

  • sábado | 15/03/2008 | Edson Barbosa ...

    A questão se torna difícil, por exemplo o que as forças armadas revoluçionárias da Colombia estão fazendo dentro do território equatorial. * A legislação internacional deve ser respeitada sim, mas já neste ponto em que houve a invasão, cabe ao governo da parte violadora se desculpar, ao invés de querer se justificar tomando por base o mal exemplo de outra nação que fáz práticas de desrespeito ainda pióres. *Uma briga entre países é péssima para a economia, o que resulta prejuízo para a nação, atrasos científicos e tenológicos que não são bons para o povo. Com base nisso esperamos boas novas de páz.

  • sexta-feira | 14/03/2008 | Pluto

    Pois é, como a Áurea falou, Alvaro uribe tem todo o direito de combater as FARC, porém, ele só não poderia violar o conselho de segurança imposto pela ONU. Alvaro deve desculpas não só ao equador, como a toda a america, já que os estados unidos não perdem uma chance de colocar mais lenha na fogueira, e Hugo Chaves não entra em nada nessa história! um cara que semeia a discórdia tem que sofrer uma revolução imediata em seu país, com cidadãos contra essa atitude!

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