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Programa Ciências sem Fronteiras

10/08/2011 11h36 - Atualizado em 10/08/2011 11h40 - Por Dayse Luan

Programa irá conceder 75 mil bolsas de intercâmbio

No final do mês passado, em 26 de julho, foi lançado o Programa Ciências sem Fronteiras, iniciativa do Governo Federal por meio dos Ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério da Educação (MEC).

O objetivo é qualificar brasileiros em determinadas áreas para o avanço do país. E isso acontecerá através da concessão de bolsas de intercâmbio para estudantes.

A meta é conceder 75 mil bolsas em quatro anos, o que irá custar cerca de R$ 3,1 bilhões aos cofres públicos. No entanto, a expectativa é de chegar a 100 mil bolsas com o auxílio da iniciativa privada.

Os benefícios serão para as áreas de engenharia, ciências exatas, biológicas e da saúde, além da computação e tecnologia da informação, consideradas prioritárias, pois são as que têm maior carência de profissionais qualificados no país.

O principal critério para seleção será a nota do exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que deverá ser de 650 pontos. Além disso, também deverão ser beneficiados ganhadores de olimpíadas de conhecimentos, principalmente a de matemática, e destaques em programas de iniciação científica e tecnológica.

As 75 mil bolsas serão divididas entre os diversos níveis de formação. Serão 27,1 mil destinadas à graduação de estudantes; 24,6 mil para o chamado doutorado sanduíche, com duração de um ano e 9,79 mil para doutorados integrais, com duração de quatro anos. Os pós-doutorados terão 8,9 mil bolsas e para estágio sênior serão 2,6 mil. Haverá também 700 bolsas para treinamento de especialistas de empresas no exterior, 860 para jovens cientistas e 390 para pesquisadores visitantes.

Os alunos de graduação que desejam conseguir uma dessas bolsas precisam ter um ótimo desempenho acadêmico. Além de, até o início da viagem, já ter cursado no mínimo 40% e no máximo 80% da grade curricular do curso. As bolsas de graduação sanduíche serão inicialmente de seis meses, mas poderão chegar a 15 meses se incluir estágio de pesquisa ou inovação em indústria, centro de pesquisa ou laboratório.

Ficou interessado? Você pode saber todos os detalhes do Programa Ciências sem Fronteiras nesse documento ou através do site oficial. Na página da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do MEC também há informações desse e de outros programas.

O que você acha dessa iniciativa do governo? Quais suas expectativas para esse programa? Deixe seu comentário!







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  • quarta-feira | 16/10/2013 | neide

    bom dia, O ciência sem fronteira fez sem duvida fez muitos estudantes se animarem, com a possibilidade de estudar fora.Pena que o sistema não funcione bem.Meu filho atendeu todas as normas exigidas e depois estar com a passagem na mão para embarcar para Australia , o visto não saiu a tempo para chegar na data exigida pela faculade. Tristeza para um aluno de excelentes notas na faculdade e ótima nota no tof. fica aqui o desabafo de uma mãe adimiradora do seu filho, que não consegui realizar seu sonho por falta de compromisso dos nossos governantes. neide

  • terça-feira | 16/08/2011 | EDNA MARIA POR...

    BOM DIA, ACHO QUE FOI UMA DECISÃO SÁBIA, UMA VEZ QUE A EDUCAÇÃO É A BASE DE UM BOM DESENVOLVIMENTO PARA O PAÍS, EMBORA O INVESTIMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL,NAS ESCOLAS PÚBLICAS SE FAZ NECESSÁRIO E URGENTE,POIS O MODELO ATUAL ESTÁ LIMITADO E INSATISFATÓRIO PARA ATENDER UMA BOA FORMAÇÃO ACADÊMICA.

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