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Formação de produtores e músicos de rock

Por Gabriele Pires Alves


A faculdade sonhada pelos apreciadores da música, especialmente do rock

A função do músico na sociedade e as opções de inserção no mercado de trabalho mudaram bastante, e para melhor. O músico pode e deve ser visto como um profissional completo, um misto da imagem, já conhecida, de instrumentalista, compositor e arranjador, somada às habilidades até então ignoradas pelo universo acadêmico, como operador de softwares de áudio, produtor de discos e crítico cultural.

A intenção do curso sequencial, com duração de dois anos e meio, é formar profissionais para a área da música, especializados no segmento do rock, que tenham capacidade de gerenciar a sua própria carreira, saibam discorrer sobre a história do rock com apurado senso estético, se relacionem fluentemente com os meios de comunicação e utilizem adequadamente as ferramentas tecnológicas e a Internet. Enfim, que sejam capazes de incutir nas pessoas um novo entendimento sobre as atribuições do músico hoje em dia.

As aulas contam com lições práticas que se utilizam de instrumentos básicos do pop rock, como, guitarra, baixo e bateria. O curso possui parcerias com estúdios de gravação, lojas de instrumentos musicais, gravadoras e livrarias. Além de conhecer mais sobre a história do gênero musical, o curso é sobre música, mas não trata apenas da mesma, pois os alunos têm noções de cinema, literatura, produção textual, marketing e publicidade. O graduando também conhece a legislação referente à carreira musical, podendo assim, contribuir para o papel do músico na sociedade.

Pablo Kossa, jornalista, escritor e componente da banda goiana de folk-rock Chapéu, Cerveja e Frustações, acredita que o interessante na graduação é em virtude de ela ser inovadora. “O curso oferece uma perspectiva de orientação, não quer dizer que o aluno será produtor ou músico de rock, mas conhecimento nunca é demais”, diz Kossa.

O músico não arrisca um palpite sobre a colocação dos novos profissionais no mercado de trabalho. A renda inicial para o egresso é indefinida, dando margem àquelas velhas piadas: “Você é músico, mas trabalha com o quê?”. É por essas e outras que Pablo espera que o movimento musical acadêmico transcenda o estado do Rio Grande do Sul. “Lá, o mercado de rock reconhece as bandas, elas fazem turnê pelo estado, vendem CDs no interior e suas músicas tocam nas rádios”, explica.

Instituição de ensino

Rio Grande do Sul: Unisinos







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  • quarta-feira | 16/05/2012 | Eu

    À pessoa que foi domingo escrever essa bobeira. Você tenta ser inteligente mais só parece mais ignorante,até parece que gerações inteiras não foram influenciados pelo rock,até parece que o rock não mudo o mundo,ignorante,purista conservador repugnante.Aprenda a perceber que o rock existe desde os anos 50,eu acredito que o rock revoluicionou o mundo,se você é um dos patriotas que só gosta de chorinho,porque é o único estilo brasileiro,o chorinho não mudou minha vida,minha socidade,meu país e menos ainda meu mundo...aprenda a ouvir música.

  • quinta-feira | 15/03/2012 | Alysson Gonçalves

    Puts, Pernambuco você existe ?!

  • domingo | 21/08/2011 | Isso não é pro...

    Lamentável, para começar músico não tem valor aqui no brasil e rock é apenas barulho que deixar surdo. Os joves de hoje não sabem o que é música e elias, se quiserem morrer de fome fiquem estudando música. Isso é para cultura individual e desenvolvimento do cerebro. rock já era, muitos já estão surdos. Pessoal, vai ler, esquece essa de rock que só produz sexo, drogas e morte, essa é a mais pura verdade.

  • quinta-feira | 18/08/2011 | rafaela midlej

    vei so falta o rock aq na bahia itabuna

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